Presa no presente

janeiro 11, 2012


 Tenso seria se eu soubesse o que escrever aqui. Certo, beleza. Não sei. Não sei mesmo. Parece que algo quebrou na minha cabeça. Algo pesado e concreto. Eu. Euzinha
 Perdi-me e encontrei-me diversas vezes, que até cansei. Deitei a cabeça no travesseiro sem conseguir dormir. Fiquei acordada a noite toda. E sabe-se lá o que me deu... acabei me apaixonando. Acho que é a coisa do "não poder ter". Tem hora que eu preciso parar e perguntar 'Que é mesmo que eu tou fazendo?' Quer saber, nem eu sei, talvez seguindo, talvez eu esteja extasiada.
 Ai eu percebi que o ano já acabou, hoje já é 11 e olha lá, é aniversário do Bruno... por que eu tô citando isso mesmo? Poxa, eu nem conheço o Bruno direito... mas ele foi um dos primeiros que vi nas primeiras horas de 01/01/2012. E sabe, abraçar alguém, mesmo aquele alguém que está no seu círculo de amigos, mas você conhece pouco, já é um passo, não é? É. E volto de novo, eu disse que algo quebrou na minha cabeça. Olha aí. Eu citando NOMES , eu nunca faço isso, nunca. "Nunca diga nunca."
 Acho que minha loucura tem nome e sobrenome. Acho que quem quebrou minha cabeça, tem endereço fixo, número de celular e um facebook. Eu não acho não, tenho certeza mesmo.
 Chega ! Caramba, chega. Eu preciso deitar na cama e dormir, isso mesmo, dormir. O silêncio me basta, mas as coisas que povoam minha cabeça - as coisas não, seria melhor dizer v-o-c-ê - me atormentam, não no sentido ruim da palavra, mas de uma maneira que não dá pra desviar... não dá mesmo.
 É, acho que o problema é esse, a minha cabeça quebrou, eu perdi alguém e acabei me apaixonando por quem eu não vou ter. ( Só não vou dizer nunca, porque, bem, porque é como dizem 'nunca diga nunca'.)

 
 
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